Por DANIEL GUANAES LEITE
E se o inferno não existisse?
Essa é uma pergunta que, vez por outra, assalta minha consciência.
Ela me faz pensar na base que sustenta minha relação com Deus.
Porque freqüentamos igrejas, temos exemplares da Bíblia e nos agradamos dos ambientes cristãos, corremos o risco de viver uma espiritualidade pautada na rotina.
Outro risco, entretanto, que precisa ser alvo de nosso cuidado é o de pautarmos nossa relação com Deus no medo.
Algumas décadas atrás, gerações de cristãos foram formadas com a idéia de que Deus era um ser austero, punidor, pronto para flagrar nossos erros e nos castigar com a condenação eterna.
O julgamento vindouro, a ira divina, bem como sua justiça são realidades irrefutáveis, de acordo com a Bíblia.
Contudo, o medo do inferno tem feito com que muitas pessoas estabeleçam uma "relação" com o Criador tão somente por não desejarem passar a eternidade em um lugar de dor e sofrimento.
A pergunta, portanto, que nos cabe é a seguinte: Se o inferno não existisse, ainda assim amaríamos nosso Deus.
Se o inferno não existisse, ainda assim buscaríamos viver em santidade? Teríamos prazer em guardar os mandamentos divinos, caso a condenação fosse uma estória da carochinha? Evitaríamos o pecado? Sufocaríamos a carne?
As respostas a tais perguntas têm muito a dizer sobre nossa espiritualidade!
Assim como nenhuma relação construída entre os homens é saudável, caso se estabeleça com base no medo, nenhuma relação com Cristo pode ser benéfica, caso a mesma seja sustentada pelo temor do inferno.
Alguém, certa vez, afirmou: “Deus, ainda que o inferno fosse uma farsa, e a condenação eterna igualmente irreal; mesmo assim dedicaria todos os dias de minha vida ao Senhor”. Esse é o nosso desafio; construir com o Senhor da história uma relação pautada em nenhuma outra coisa, senão no prazer e na alegria de viver fazendo valer a vontade do Criador, como resposta ao imenso amor demonstrado no calvário!
Após ler este post, fiquei pensando sobre a minha relação com Deus...
E depois de refletir muito e da contribuição de mais alguns acontecimentos, pela graça divina cheguei à seguinte conclusão:
Ora, se você ama tanto o seu Criador, como você mesmo diz (no caso eu), por que tanta preocupação com esta vida?
Quando amamos alguém, tudo o que mais queremos é estar perto da pessoa, é fazer aquilo que a alegra, sendo assim, preocupar-se com o significado da vida, pelo menos para mim, perdeu tanto foco, ora se minha vida é de Deus, é para Ele que tenho que viver, e se a morte me visitar, que bom, pois mais perto de meu Senhor vou estar...
Pois assim como o apóstolo Paulo disse:
E se o inferno não existisse?
Essa é uma pergunta que, vez por outra, assalta minha consciência.
Ela me faz pensar na base que sustenta minha relação com Deus.
Porque freqüentamos igrejas, temos exemplares da Bíblia e nos agradamos dos ambientes cristãos, corremos o risco de viver uma espiritualidade pautada na rotina.
Outro risco, entretanto, que precisa ser alvo de nosso cuidado é o de pautarmos nossa relação com Deus no medo.
Algumas décadas atrás, gerações de cristãos foram formadas com a idéia de que Deus era um ser austero, punidor, pronto para flagrar nossos erros e nos castigar com a condenação eterna.
O julgamento vindouro, a ira divina, bem como sua justiça são realidades irrefutáveis, de acordo com a Bíblia.
Contudo, o medo do inferno tem feito com que muitas pessoas estabeleçam uma "relação" com o Criador tão somente por não desejarem passar a eternidade em um lugar de dor e sofrimento.
A pergunta, portanto, que nos cabe é a seguinte: Se o inferno não existisse, ainda assim amaríamos nosso Deus.
Se o inferno não existisse, ainda assim buscaríamos viver em santidade? Teríamos prazer em guardar os mandamentos divinos, caso a condenação fosse uma estória da carochinha? Evitaríamos o pecado? Sufocaríamos a carne?
As respostas a tais perguntas têm muito a dizer sobre nossa espiritualidade!
Assim como nenhuma relação construída entre os homens é saudável, caso se estabeleça com base no medo, nenhuma relação com Cristo pode ser benéfica, caso a mesma seja sustentada pelo temor do inferno.
Alguém, certa vez, afirmou: “Deus, ainda que o inferno fosse uma farsa, e a condenação eterna igualmente irreal; mesmo assim dedicaria todos os dias de minha vida ao Senhor”. Esse é o nosso desafio; construir com o Senhor da história uma relação pautada em nenhuma outra coisa, senão no prazer e na alegria de viver fazendo valer a vontade do Criador, como resposta ao imenso amor demonstrado no calvário!
Após ler este post, fiquei pensando sobre a minha relação com Deus...
E depois de refletir muito e da contribuição de mais alguns acontecimentos, pela graça divina cheguei à seguinte conclusão:
Ora, se você ama tanto o seu Criador, como você mesmo diz (no caso eu), por que tanta preocupação com esta vida?
Quando amamos alguém, tudo o que mais queremos é estar perto da pessoa, é fazer aquilo que a alegra, sendo assim, preocupar-se com o significado da vida, pelo menos para mim, perdeu tanto foco, ora se minha vida é de Deus, é para Ele que tenho que viver, e se a morte me visitar, que bom, pois mais perto de meu Senhor vou estar...
Pois assim como o apóstolo Paulo disse:
“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.” (Fl.1.21)

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